Todd Bentley, pastor canadense que vive nos EUA e fundador da
organização avivalista Fresh Fire, tinha planejado fazer este mês uma
série de cultos na Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte. No momento, ele está na Noruega para um evento chamado “Milagres,
sinais e maravilhas”. Mas o ex-viciado em drogas, que afirma ter
recebido quando se converteu uma “unção profética, de curas e milagres”,
foi notificado que não poderá entrar no Reino Unido. A recusa formal
afirma que sua visita “não era propícia para o bem público”.
O motivo de ele ser tratado assim é a polêmica causada por vídeos
seus onde afirma que Deus já o usou para curar o câncer chutando pessoas
no rosto ou estômago.
Segundo o jornal The Guardian, um porta-voz do Ministério do Interior
declarou: “Podemos confirmar que o Sr. Bentley foi excluído do Reino
Unido. O governo não precisa de nenhuma desculpa para recusar o acesso
das pessoas ao Reino Unido, se acreditar que elas não são propícias para
o bem público. Vir para cá é um privilégio que recusamos a conceder
àqueles que podem minar a nossa sociedade.”
Programadas para começar dia 30 de agosto, as cruzadas foram alvos de
crítica desde que o deputado trabalhista Malcolm Wicks entrou com um
pedido formal para que a Ministra do Interior, Theresa May, proibisse a
entrada de Bentley no Reino Unido. Wicks alegou que “A visita dele só
causará problemas”.
Em seu website oficial, o pastor de 36 anos alega: “A paixão da vida
de Todd é seu ministério para as nações, e ver almas experimentarem a
unção do Espírito Santo que é tangível e transferível”. Ele criticou a
decisão e pediu que seus apoiadores o ajudassem a orar sobre isso.
“Estou profundamente triste com a recente decisão do governo do Reino
Unido em relação a minha entrada no país. Neste momento, só podemos
agradecer a Deus pelo apoio de nossos amigos no Reino Unido que
realmente amam a Jesus e compreendem a fé sobrenatural. Nós acreditamos
que o Reino Unido tem um grande destino, e estamos orando pelos
líderes e pessoas do governo. Por favor, continue orando conosco sobre
esta decisão e que possamos retornar em breve para o Reino Unido.” - Telegraph.



